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A Gestão do Planejamento Estratégico, Administrativo e Operacional, a busca da Execução e o Controle que permita a efetiva coordenação das atividades, tomar decisões antecipadas, garantir comprometimento a priori da equipe, definir responsabilidades e destacar a eficiência, possibilitar maior entendimento mútuo entre os gerentes, propiciar a força da auto-análise dos colaboradores e permitir a avaliação do progresso dos negócios, é a linha de ação dos nossos trabalhos de consultoria para os negócios empresariais. |
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Planejar significa decidir antecipadamente. Decidir implica em optar por uma alternativa de ação em detrimento de outras disponíveis, em função de preferências, disponibilidades, grau de aceitação do risco, etc... Nesta visão, decidir antecipadamente constitui-se em controlar o seu próprio futuro. |
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Desenvolva a sua empresa utilizando modernas técnicas de Planejamento e Gestão Empresarial e motive a sua equipe a gerar mais resultados efetivos para a sua organização. |
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| Cenário econômico e a gestão empresarial |
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“Ao contrário das projeções, o planejamento de cenários econômicos não desenvolve apenas tendências do presente, ele constrói imagens do futuro. Por mais atraentes que possam parecer os cenários, não deleitam os executivos que preferem a ilusão da certeza à consciência dos riscos e das novas realidades. Mas essa atitude é uma faca de dois gumes: a negação da incerteza é a mãe das surpresas. O planejamento de cenários, por outro lado, prepara as pessoas para qualquer contingência. Confere a capacidade de agir com pleno conhecimento do risco assumido e da possível recompensa. Essa é a principal diferença entre um executivo sábio e um burocrata ou apostador, que são seus pólos opostos. A imprevisibilidade do mundo impõe a necessidade de lidar com cenários alternativos. Se o homem e empresa não aprenderem a detectar as questões predominantes no futuro, tudo que tiver sido feito até o presente estará em risco. Com base no filtro das urgências pessoais ou corporativas, poderemos reduzir os riscos envolvidos nos movimentos feitos às cegas em um território desconhecido”. [1] |
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As empresas não podem permitir-se ignorar os acontecimentos do mundo exterior. A interdependência das empresas entre si e destas com o Estado e com a economia internacional, é patente. A sobrevivência empresarial depende, em grande parte, do conhecimento dos fatos atuais e da previsão dos acontecimentos futuros, tanto no plano nacional quanto no internacional. Esta é uma condição de trabalho inerente ao próprio estágio de desenvolvimento pelo qual está passando o Brasil. Em princípio, é uma fase de constantes ajustes e reajustes, pois qualquer trabalho atual constitui apenas um teste para o futuro, cujo alvo é a meta do desenvolvimento global. O cenário econômico e financeiro nacional repercute sempre, direta ou indiretamente, sobre as atividades da empresa. |
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| A gestão empresarial |
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O dirigente empresarial, para gerir bem os negócios e agir nas oportunidades de mercado, deve estar atendo às questões como: expansão econômica, efeitos da inflação, comportamento dos preços, renda per capita, política salarial e aumento de renda, custo de vida, especialização da mão-de-obra e progresso tecnológico. É fundamental ter também o domínio e conhecimento sobre o fluxo de recursos, tais como: fontes externas, empréstimos a juros, fontes internas, exportações e importações, balança comercial, déficits governamentais e aumentos de impostos, cujos fatores provocam mutações na economia. |
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Importante medir a temperatura econômica, acompanhando os principais índices econômicos, e para compreendermos a importância da economia na gestão das empresas, temos que entender o que seja: micro-economia - o estudo do comportamento dos mercados específicos e da alocação de recursos entre eles, e macroeconomia - o estudo dos eventos no âmbito de toda a economia, como inflação e deflação, prosperidade e recessão.[2] |
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| Os aspectos macroeconômicos |
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Se a macroeconomia estuda a estrutura institucional do sistema financeiro e as políticas econômicas de que o governo federal dispõe para controlar satisfatoriamente o nível de atividade econômica dentro da Economia, temos também claro que a teoria e a política macroeconômica não conhecem limites geográficos, pois visam estabelecer uma estrutura internacional segundo a qual os recursos fluam livremente entre as instituições e nações, a atividade econômica seja estabilizada e o desemprego possa ser controlado. |
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Uma vez que a empresa deve operar no âmbito macroeconômico, é importante que o empresário esteja ciente de sua estrutura institucional, estando alerta para as conseqüências de diferentes níveis de atividade econômica e mudanças na política econômica que afetem seu próprio ambiente de decisão. Sem compreender o funcionamento do amplo ambiente econômico, o empresário não pode esperar obter sucesso para a empresa. Deve perceber as conseqüências de uma política monetária mais restritiva sobre a capacidade da empresa obter recursos e gerar receitas. Precisa conhecer as várias instituições que atuam na economia para poder avaliar os canais potenciais de investimento e financiamento dos seus negócios. |
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O processo de desenvolvimento econômico do país pode ser avaliado pelo índice agregado, ou seja, o Produto Nacional Bruto (PNB), que provém da produção líquida de todos os ramos de atividades do país, formando um valor global, que pode ser comparado com diferentes níveis de produção, em termos monetários, ao longo dos anos, sendo este indicador uma referência que permite relacionar o ramo de atividade e/ou o da empresa, estabelecendo-se um parâmetro quanto ao comportamento crescente ou decrescente, tempestivamente. |
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O crescimento do PNB sintetiza a evolução da produtividade de uma economia, cujas flutuações, determinam o progresso obtido ou a regressão sofrida pelo país, sendo tudo isso, resultante da ação empresa nacional. |
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Os efeitos da inflação, por exemplo, sobre a vida empresarial, além de afetar, em certo grau, as relações entre empregados e empregadores é mais acentuado nos assuntos que envolvem: custos industriais, despesas com serviços e gerais, encargos financeiros, reposição de bens, renovação tecnológica e planos de expansão a longo-prazo, métodos de gestão, reajustes salariais, etc... Estes efeitos devem ser imediatamente processados e compreendidos no processo decisório da empresa, exigindo as adequações para a sobrevivência. |
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| Os aspectos microeconômicos |
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A micro-economia trata da determinação de estratégias operacionais ótimas para empresas ou indivíduos e as suas teorias fornecem a base para a operação eficiente da empresa. Os conceitos envolvidos nas relações de oferta e demanda, as estratégias de maximização do lucro são extraídos da teoria microeconômica. Questões relativas à composição de fatores produtivos, níveis ótimos de vendas e estratégias de determinação de preço do produto, a mensuração de preferência através do conceito de utilidade, risco e determinação de valor, as razões para depreciar ativos e a análise marginal são todas fundamentadas por teorias no nível microeconômico. |
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| A globalização |
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A sabedoria convencional nos ensina que os países não mais dispõem do poder absoluto de controlar o seu próprio destino; os governos estão à mercê dos mercados internacionais. O comércio mundial cresceu num ritmo mais acelerado que a produção, e agora o capital internacional se movimenta a uma velocidade sem precedentes, porém, o comércio internacional não é a fonte dos principais problemas dos países[3]. Efeitos da competição internacional, decorrentes da globalização, está muito ligada à produtividade das empresas, à qualidade dos produtos, aos custos e aos serviços agregados nessas relações comerciais internacionais. O superávit comercial é importante para país, mas nem sempre representa força, pois depende do tipo de produto que é exportado, se de valor agregado ou não, e da importância das importações para o desenvolvimento interno. |
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| Enfim |
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Atualizam-se os cenários econômicos nacionais e internacionais, surgem novas tecnologias, evoluem os sistemas de comunicação, instalam-se comunidades econômicas e blocos econômicos, e as empresas, dentro destes ambientes, ajustando-se para a sobrevivência. No Brasil, principalmente nesta última década, as empresas passaram por fusões, aquisições, incorporações, privatizações, com grande presença de capital estrangeiro, provocando mudanças significativas na gestão empresarial forçadas pelos fatos econômicos. A globalização e a competitividade passaram a exigir das empresas novas posturas com relação à produtividade e qualidade dos seus produtos e serviços. |
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Com certeza, hoje, os empresários brasileiros estão mais atentos às questões macroeconômicas e, centrados na solução dos problemas internos, aqueles tidos como microeconômicos, de olho no que estão fazendo as empresas lá fora, principalmente as européias e americanas, para que, na continuidade, o Brasil possa estar entre os países mais importantes da economia mundial. |
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[1] Peter Schwartz – título “O amanhã já chegou”. Revista HSM Management, nº 20, ano 4, maio-junho/2000, p. 56,
[2] Keynes, John Maynard. The General Theory of Employment Interest and Money, 1936, citado por Paul Krugmanm. Globalização e Globobagens: verdades e mentiras do pensamento econômico – Capítulo – Os keinesianos vulgares. Rio de Janeiro: Campus, 1999, p 31.
[3] Krugman, Paul R. Globalização e Globobagens: verdades e mentiras do pensamento econômico. Rio de Janeiro: Campus, 1999. |
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